Habitação

Integrantes do MST debatem programas de habitação rural - 02/06/2011 16:00

Diretores da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) discutiram nesta quinta-feira (1) com membros do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) os programas de habitação rural na reforma agrária. O diretor de programas e obras, Luciano Machado, disse que a questão da habitação está sendo tratado permanentemente por orientação do governador Beto Richa, que incluiu o tema em seu plano de governo. “A habitação rural é uma condição importante para fixar as famílias no campo com qualidade de vida”, disse.

Foram apresentadas e discutidas várias propostas e investimentos novos além de questões específicas como convênios assinados anteriormente, nos anos de 2006 e 2007, nas cidades da Lapa, Arapongas e Maringá, além de cooperativas rurais como Cresol, Crehnor e Cooperhaf. “Todos estes convênios estão sendo analisados em caráter de urgência pelo tempo decorrido desde a assinatura e a equipe da Cohapar está buscando soluções dentro da legalidade”, disse Machado.

Rodolpho Moser, responsável pela área de habitação rural da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, afirmou que pela primeira vez o Estado trata a habitação rural como política de governo. “Percebemos a vontade, o empenho e a mudança de postura da diretoria da Cohapar, que agora reconhece a importância dos movimentos sociais”.

O assessor especial para assuntos fundiários da Casa Civil, Hamilton Serighelli, disse que se surpreendeu com a velocidade que as coisas estão acontecendo. “Temos nossos objetivos e estamos avançando muito mais rápido de que havíamos projetado. Queremos ser parceiros do MST, pois só assim poderemos atendê-los de acordo com a real necessidade dos assentamentos”.

O diretor da Cohapar disse a todos que cada convênio de repasse de recursos deve ter um programa de trabalho e um cronograma de execução. “Precisamos ficar atentos a estes itens, pois se algo vem incompleto atrasa todo o processo, desde as obras até o repasse dos recursos. É importante que vocês fiquem alertas e nos ajudem a fiscalizar o programa de trabalho”.

Josiane Gonçalves, do assentamento Escola Milton Santos, de Maringá, disse que todos estão esperançosos de que este novo governo desenvolva as questões pendentes de anos anteriores. “Esperamos por casas melhores há tanto tempo e agora temos recebido um atendimento melhor e mais dinâmico, todos estão confiantes”, disse.

Adriano Lima dos Santos, do assentamento Contestado, na Lapa, disse que pela primeira vez percebe que uma parceria será estabelecida. “Precisamos nos unir para garantir melhor qualidade de vida nos assentamentos e proporcionar mais dignidade às famílias que vivem da agricultura”.

DIRETORES - Participaram da reunião ainda o diretor administrativo e financeiro, Agostinho Creplive Filho; diretor de regularização fundiária e relações comunitárias, Nelson Cordeiro Justus; o superintendente jurídico, Alexandre Barbur Neto e o superintendente de planejamento e controle, Alexandre Lima.

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