Habitação

Cohapar e Movimento Social discutem parcerias - 18/04/2011 18:10

O presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Mounir Chaowiche, recebeu nesta segunda-feira (18) coordenadores do Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM) para discutir parcerias na construção de novas casas.

“O governador Beto Richa quer firmar parceria com todos os segmentos da sociedade e por isso recebemos os coordenadores. Eles têm demanda e também possibilidade de conseguir recursos junto ao governo Federal”, declarou Chaowiche.

A Cohapar vai prestar assessoria técnica para a execução de projetos em terrenos que já são do movimento. “Temos um corpo técnico qualificado e que vai ajudar a projetar os conjuntos habitacionais que atendam as demandas das famílias que aguardam suas moradias”, disse.

Silvio José Gonçalves, coordenador nacional e estadual do movimento, disse que todos acompanharam o lançamento do programa Morar Bem Paraná e estão ansiosos pelos resultados.

“Percebemos que o interesse da atual administração do governo do Estado é construir casas e ajudar a população mais carente. É para isso que vamos unir esforços, para proporcionar uma vida melhor aos paranaenses”, disse.

Os coordenadores afirmaram que o MNLM tem terrenos nas cidades de Jacarezinho, Sarandi, Curitiba, Irati, Braganey, Guaíra, São Miguel do Iguaçu e Cascavel. Nas cidades de Almirante Tamandaré e Araucária, o trabalho será com regularização fundiária. “É importante que os movimentos percebam a importância da legalização de lotes, não podemos permitir que nossas cidades vivam sem documentação”, disse Chaowiche.

“O governador Beto Richa nos determinou que o atendimento às entidades sociais seja feito com muito respeito e por isso oferecemos nosso apoio para novos projetos, bem como para aqueles que já estão em execução. Temos uma Companhia de Habitação que visa atender a todos os paranaenses da melhor maneira possível e os movimentos conhecem as realidades de todos os cantos do Paraná”, disse Chaowiche.

Segundo Gonçalves, o MNLM presta assessoria às famílias que procuram atendimento. “Analisamos a situação de cada pessoa e tentamos encaminhar para a melhor solução. Não fazemos cadastros, apenas ajudamos a encontrar a melhor maneira de enquadrar o que a pessoa precisa com o salário que recebe”, explicou.

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