Habitação

Cohapar entrega 51 casas para famílias pobres em Boa Esperança - 28/12/2010 17:50

A Cohapar inaugurou nesta terça-feira (28), em Boa Esperança, noroeste do Estado, o Conjunto Habitacional Vereador Vilas Boas II. Com investimento de R$ 727 mil, foram erguidas 51 residências de 42 metros quadrados, que transformam em realidade o sonho da casa própria de famílias de baixa renda. “Elas pagarão – durante seis anos – prestação no valor médio de R$ 50,00”, anunciou o presidente da Cohapar, Everaldo Moreno.

As unidades, que fazem parte do programa Casa da Família, foram construídas no sistema de caução. O Governo do Estado subsidiou – a fundo perdido – 80% do empreendimento, que também conta com participação da Caixa Econômica Federal e da prefeitura, que bancou as despesas com infraestrutura.

Segundo Paulo Marinho, superintendente regional da Caixa Econômica Federal, as casas que o governo federal ajuda a estabilidade da família. Nos cálculos do prefeito Cláudio Gotardo, o valor final acumulado que cada mutuário vai pagar – menos de R$ 5 mil durante 72 meses – não seria suficiente nem para pagar os materiais e a mão de obra da cobertura. Cada casa – incluindo terreno, construção e infraestrutura – custa em torno de R$ 50 mil.

OBRAS – Nos últimos oito anos, segundo Everaldo Moreno, o Governo do Paraná tornou possível a construção de mais de 26 mil casas em diferentes regiões do Estado. São contempladas famílias com renda variando entre um, três e cinco salários mínimos. As residências possuem de 42 a 63 metros quadrados.

Entre abril e dezembro deste ano, o governo Orlando Pesssuti retomou a construção de 2.800 casas cujas obras estavam paralisadas. Neste período, foram entregues mais de mil novas unidades. Moreno garante que a nova diretoria da Cohapar vai assumir o órgão, no próximo mês, com dinheiro em caixa suficiente para conclusão de todas as obras em execução.

FELICIDADE – Claudemir Barbosa, 28 anos, e sua esposa Elisângela Ferreira, 24, moravam numa casa de madeira que, quando chovia, móveis, roupas e alimentos ficavam molhados. “Nunca achava que ia ter uma casa própria e com tantas ‘mordomias’”, diz Elisângela, mãe de três filhos ao contemplar a casa de alvenaria de dois quartos, banheiro, cozinha, sala e varanda.

Maria Ivonete Souza Freitas, 43, que cuida do marido doente Manoel Machado, 72, relata que morava mal. “Era uma casa velha, caindo aos pedaços. Agora, passar a morar numa casa nova, de alvenaria, toda pintadinha e tão bem dividida é uma verdadeira benção”.
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